CGTEE faz visita a minas da Copelmi em Butiá

Representantes da Eletrobras CGTEE visitaram as instalações da Copelmi Mineração Ltda, no município de Butiá-RS, na terça-feira (08.12). O objetivo da visita foi conhecer a atuação, os procedimentos e as técnicas da mineradora na lavra do carvão. A empresa, que através da Mina de Seival disponibilizará carvão para a UTE Pampa Sul, também apresentou quais serão os novidades propostas para a usina termelétrica da Tractebel, em Candiota.

Na exposição das práticas que serão utilizadas na usina termelétrica UTE Pampa Sul em Candiota, os engenheiros apresentaram algumas novidades no que tange ao beneficiamento do carvão. Um Jigue vindo da China fará a separação gravimétrica através de uma mesa vibratória chamada Dry Coal Separator. A máquina custa cerca de 1.366 milhões de dólares. Outra novidade é um analisador online do carvão. O equipamento fará uma medição minuto a minuto do nível de cinza e enxofre do material contido na esteira.

A Copelmi foi representada pelo Diretor Adjunto de Operação Alexandre Grigorieff e pelos responsáveis do Departamento de Planejamento e Pesquisas José Adolfo de Carvalho Júnior e Gustavo Bastiani. Eles exibiram um histórico da empresa e expuseram o funcionamento da mineradora, da extração à distribuição do carvão tratado aos clientes. Seus recursos minerais chegam a 3,18 bilhões de toneladas. Atende empresas como Braskem, Gerdau, Tractebel, entre outras.

Pela CGTEE, compareceram à visita o Diretor Financeiro e Relação com o Mercado, Clovis Ilgenfritz da Silva, os assessores da presidência, Tarcísio Rosa e Ricardo Licks, os assessores da Diretoria de Operação, Felipe Rodrigues e Ronaldo Lessa, e Gilmar Bohrz, Chefe do Departamento de Engenharia. Junto com os representantes da Copelmi, foram às minas do Recreio e Butiá Leste. Na Fazenda Butiá (agropecuária Fagundes), puderam ver campos com vegetação onde antigamente houve minas a céu aberto.

Antes da lavra, a empresa faz um levantamento topográfico do terreno, elabora plantas e mapas e executa sondagens pioneiras objetivando confirmar a presença de carvão. Após a exploração do local, o buraco da mina é tapado e toda a área é reabilitada com vegetação pastosa ou com plantação de araucárias. Em Butiá, hoje, essas áreas servem para o cultivo de diversas culturas, como a soja, e para a pecuária. A Copelmi obtém o ISO 14.001 de gestão ambiental desde 2008.

 

 

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